quinta-feira, 16 de junho de 2011

Certa coisas nunca mudam.

Sinto que as palavras andam fugindo de mim.
Faz um bom tempo que não escrevo algo que eu sinto, talvez porque eu não esteja sentindo nada ou porque eu perdi a vontade de colocar meus pensamentos e sentimentos em um texto qualquer.
Se estou com esse problema, por que estou escrevendo então?
Na verdade, só estou com a necessidade de testar o que eu tanto admiro em mim: Ter a liberdade de escrever na hora que eu quiser e sentir as palavras me invadindo aos poucos. Confesso que até para escrever isso ando com dificuldades, mas eu apenas quero me expor um pouquinho mais.
Muitos escrevem por necessidade, outros por obrigação… Eu tenho a necessidade de suprir meus sentimentos, e a escrita e as palavras me ajudam de alguma forma.
Mas também, sou do tipo que não demonstra afeto nem se considera uma boa escritora.
Escrevo para saciar minha sede por palavras. Escrevo porque gosto. Não sempre, não toda hora. Não é a qualquer momento que me sinto avontade de compartilhar algo.
Talvez esse tipo de coisa nunca mude. Assim como um sorriso de alegria ou uma lágrima de tristeza. E assim, falando sinceramente eu espero que essa sede não acabe, e que as palavras não fujam tanto de mim. Não se escondam, não me abandonem.