domingo, 15 de maio de 2011

No momento em que você entender o amor, ele já não estará mais lá.

Nunca perca a oportunidade de se aprofundar no amor.

Entenda que há coisas que sua mente não é capaz de assimilar com precisão e, nem por isso, tais coisas não existem ou são incoerentes.
A coerência da sua mente é unidimencional e monocromática, mas a vida está além dos nossos limites mentais...

Tentar encaixar toda grandiosidade do amor em sua mente é limitar algo ilimitável...e restringir suas oportunidades de sentir algo de forma inimaginável pela mente.

Entender que você não é a sua mente é um grande passo rumo a uma dimensão diferente de vida, na qual você está sujeito a uma profundidade nunca antes experimentada porque a mente não é capaz de prevê-la ou induzi-la.

Não desperdice a oportunidade de se aprofundar no amor simplesmente porque você não entende...

Não espere que sua mente assimile o amor, é maior do que ela, vai além de suas capacidades e extrapola sua função...


Aprenda que nem tudo precisa ser racionalizado...a beleza das coisas fatalmente se perde no pensamento. É como plastificar uma flor...

Saiba que amar é uma qualidade intrínseca ao ser humano...mas estamos condicionados a ideologias que distorcem nossa visão do que é real.
Estamos condicionados a achar que a mente está acima de tudo e o que não é inteligível não existe ou está errado. Assim, nós mesmos criamos nossos próprios limites e condicionamentos, presos a uma realidade ilusória criada pela nossa própria mente, cheia de conceitos como ser ou não ser, ou pior: vir a ser...

E assim nós criamos nossa própria infelicidade nas poucas oportunidades que temos de controlar o que vai acontecer em nossa realidade...e os momentos de felicidade acabam sendo fruto do acaso, daquilo que a mente não pode alcançar a tempo...

Não desperdice.
Transcenda a mente.
Simplesmente permita...